
Uma Realidade Sombria para Quem Para com Medicamentos GLP-1
Muitas pessoas que emagreceram com agonistas de GLP-1 enfrentam dificuldades para parar os tratamentos, com fome intensa e rebote de peso. Estudos mostram ganho significativo para quem interrompe, levando alguns a verem a obesidade como crônica e necessitando de medicação contínua. No entanto, hábitos mais saudáveis podem ajudar a manter as perdas após o fim do tratamento.
Desafios na Interrupção de Tratamentos com GLP-1
Um número significativo de pessoas que perderam peso com sucesso usando Ozempic e medicamentos agonistas de GLP-1 semelhantes enfrenta dificuldades para reduzir as injeções, conforme relatado pela BBC. A fome retorna com força, fazendo com que o peso aumente gradualmente novamente, sugerindo que os usuários podem se tornar dependentes dessas substâncias para o resto da vida.
Tanya Hall, usuária de Wegovy que não consegue parar o medicamento, compartilhou com o veículo: "Durante meus primeiros 38 anos, lutei contra o excesso de peso — agora, estou 38 kg (83 libras) mais leve." Ela acrescentou: "Isso significa que uma parte de mim sente um apego por continuar, pois me dá uma sensação de controle sobre minha situação."
Estudos confirmam isso, mostrando que aqueles que interrompem esses medicamentos frequentemente recuperam uma porção substancial da massa perdida. Celebridades como Oprah expressaram a intenção de permanecer neles para sempre, como ela revelou à People Magazine recentemente. A lição é que muitas pessoas podem precisar tratar a obesidade como uma doença persistente, dependendo desses medicamentos indefinidamente.
"Será um compromisso permanente", afirmou Oprah. "Eu tomo medicamento para hipertensão, e parar eleva minha pressão arterial. Aprendi que é a mesma coisa aqui — eu preciso dele."
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Para aqueles que conseguem parar com sucesso, eles geralmente recuperam cerca de dois terços do peso perdido, com base em investigações da Novo Nordisk, produtora do Ozempic. O Dr. Hussain Al-Zubaidi informou à BBC que observou pacientes recuperando 60 a 80 por cento de suas perdas de peso anteriores.
Apesar da aparente futilidade, há otimismo, segundo Al-Zubaidi. Ele recomenda elaborar um "plano de saída" que envolva a adoção de ajustes de estilo de vida melhores durante o tratamento. Essas mudanças podem preservar a perda de peso após a interrupção completa dos medicamentos. Aplicativos de rastreamento de saúde como Shotlee podem ajudar a monitorar esses novos hábitos de forma eficaz.
Isso se comprovou verdadeiro para Ellen Ogley, que relatou à BBC ter perdido 48,5 libras (22 kg) com o medicamento GLP-1 da Eli Lilly, Mounjaro. Durante o uso, ela desenvolveu rotinas alimentares melhores e incorporou atividade física. Mesmo após vários meses sem o medicamento, ela manteve seu progresso.
"Meu objetivo é informar aos outros que a vida sem Mounjaro pode, sim, continuar", ela comentou.
Informação da fonte
Publicado originalmente por Yahoo! Health.Ler artigo original →